Sabe aquele sonho antigo de poder ler, cozinhar ou até mesmo praticar esportes sem depender dos óculos para nada? Pois é. Isso se torna possível com a cirurgia refrativa. Embora seja amplamente reconhecida como uma alternativa moderna para reduzir a dependência dos óculos ou lentes de contato, nem todas as pessoas estão aptas ao procedimento: e na matéria de hoje, você saberá quais são os principais quesitos para realizar a cirurgia.
Neste artigo, o Dr. Márcio Florêncio, especialista do Hospital Brasileiro da Visão, explica quais critérios definem um bom candidato e por que essa análise é essencial para garantir segurança e resultados previsíveis.
Quem pode fazer a cirurgia refrativa?
Para ser candidato ao procedimento, alguns critérios precisam ser atendidos. Entre os principais estão:
✔️ Ter mais de 18 anos
A cirurgia só é indicada quando o desenvolvimento ocular está completo — preferencialmente após os 21 anos, quando a estabilidade refracional é mais comum.
✔️ Grau estável nos últimos 12 meses
A miopia, hipermetropia ou astigmatismo devem estar sem alterações significativas. Isso garante que o resultado da cirurgia seja duradouro e previsível.
✔️ Boa espessura e curvatura da córnea
Esses parâmetros são fundamentais para a segurança do laser. Uma córnea muito fina, por exemplo, pode contraindicar o procedimento.
✔️ Saúde ocular adequada
A cirurgia não deve ser realizada em presença de doenças oculares ativas, como ceratocone, infecções, inflamações, glaucoma descontrolado ou olho seco severo.
Esses pontos ajudam a determinar se a cirurgia refrativa é uma opção segura — e qual técnica é mais apropriada para o paciente.
Quais exames são necessários antes da indicação?
A avaliação pré-cirúrgica inclui exames detalhados como:
- Topografia e tomografia da córnea
- Paquimetria
- Refração completa
- Mapeamento de retina
- OCT, quando necessário
Esses exames permitem confirmar os critérios mencionados e planejar o procedimento com precisão.
Quem não deve realizar a cirurgia?
Algumas condições podem contraindicar o procedimento, temporária ou permanentemente, como:
- Alterações na curvatura corneana (ex.: ceratocone)
- Doenças autoimunes descompensadas
- Gestação ou amamentação
- Infecções oculares ativas
Nestes casos, o oftalmologista pode recomendar outras alternativas de correção visual.
Como funciona a recuperação?
A cirurgia é rápida, indolor e realizada com anestesia em colírio.
Nos primeiros dias, é normal sentir leve ardência, sensibilidade à luz e visão variável.
Com o uso correto dos colírios e acompanhamento médico, a recuperação é gradual e confortável.
Resultados esperados
A maior parte dos pacientes alcança excelente qualidade visual, com redução significativa da dependência dos óculos ou lentes.
Os resultados costumam ser estáveis e duradouros, especialmente quando os critérios de seleção são respeitados.
A cirurgia refrativa é uma opção moderna e segura: mas cada caso exige avaliação personalizada com um especialista.
Somente uma consulta completa e exames específicos podem definir se o procedimento é indicado e qual técnica oferece o melhor equilíbrio entre segurança, precisão e expectativa visual.
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