Uma doença silenciosa que pode causar perda irreversível da visão
O glaucoma é uma doença ocular que danifica progressivamente o nervo óptico, responsável por levar as imagens dos olhos até o cérebro. Na maioria dos casos, está associado ao aumento da pressão intraocular, que comprime e lesiona essa estrutura tão sensível.
O grande desafio é que o glaucoma não costuma causar sintomas no início, avançando de forma silenciosa até comprometer o campo visual. Por isso, é uma das principais causas de cegueira irreversível no mundo — e o diagnóstico precoce é essencial para preservar a visão.
Neste artigo, o Dr. Francisco Damasceno, oftalmologista do Hospital Brasileiro da Visão, explica como identificar sinais de alerta e quando buscar avaliação especializada.
Por que o glaucoma é tão perigoso?
Diferente de outras doenças dos olhos, o glaucoma não dói e não embaça a visão no começo.
Quando o paciente percebe dificuldades para enxergar, a doença já pode estar em estágio avançado.
Sem acompanhamento, o dano ao nervo óptico pode progredir para a cegueira permanente.
Ainda que o tratamento atual controle a pressão ocular com eficácia, não existe cura e a visão perdida não pode ser recuperada — por isso, a prevenção é o melhor caminho.
Quais são os sintomas de alerta?
Nos primeiros estágios, o glaucoma pode não apresentar sintomas.
Quando aparecem, geralmente incluem:
- Diminuição do campo visual lateral (visão tubular);
- Dificuldade para enxergar em ambientes escuros;
- Alterações visuais com halos ao redor das luzes;
- Visão embaçada em fases mais avançadas.
Em casos raros de glaucoma agudo, pode haver dor intensa, náuseas e vermelhidão ocular — uma urgência médica.
Quem deve se preocupar mais?
Alguns fatores aumentam o risco de desenvolver glaucoma, como:
- Histórico familiar da doença;
- Idade acima de 40 anos;
- Diabetes ou hipertensão arterial;
- Miopia alta;
- Uso prolongado de corticoides.
Se você se encaixa em algum desses grupos, seus olhos exigem acompanhamento de perto.
A importância da avaliação com o oftalmologista
Com exames rápidos e indolores, como tonometria, campimetria e OCT, o oftalmologista consegue identificar alterações antes mesmo dos sintomas.
Quanto mais cedo o diagnóstico, maiores as chances de conter a progressão da doença e preservar a visão.
O acompanhamento regular é fundamental para quem já foi diagnosticado, garantindo que o tratamento esteja sempre ajustado à evolução do quadro.
Conclusão
O glaucoma pode ser silencioso, mas o cuidado não pode ser. Uma avaliação periódica é o melhor caminho para proteger sua visão hoje e no futuro.
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